Saímos no INSTITUTO CLARO !!


Através de uma reportagem do Instituto Claro que fizemos em dois momentos de julho (uma inclusive no aniversário do meu pai !!), retratou a nossa experiência com os Mundos Virtuais.

Com o título “Uso de mundos virtuais na educação ainda divide especialistas“, a gentil repórter Taiana Ferraz conseguiu captar a opinião dos principais especialistas quanto o impacto do Second Life na Educação.

Instituto Claro

Nesta reportagem foi explicado que “O Second Life veio um pouco antes do que deveria vir. O nível de complexidade e maturidade intelectual e tecnológica tem que ser um pouco mais avançado. Hoje, a web 2.0 ainda é mais aplicável e abrangente”. E continuo: “Na primeira vez que eu joguei o Second Life, meus sonhos ficaram meio atrapalhados na hora de dormir. Eu ficava ‘caramba, em que mundo que eu estou? No real, no virtual?’ Mexe muito com a cabeça” e por isso acredito que o Second Life deve ser usado como recurso somente no ensino superior.

“Não é mero joguinho. Exige um alto nível de maturidade intelectual e tecnológica”.

“Esse é um dos motivos para explicar os poucos usuários do Second Life. Além desse, o ambiente tem as suas limitações, dependendo dos recursos que as pessoas têm de banda larga, máquina mais atual, memória, disco etc, que ainda é um limitante para muita gente”.

“Segundo o professor, há poucos dias ele teve de cancelar uma palestra em uma das unidades do Sesc no interior de SP porque a equipe do local não conseguiu instalar o Second Life dentro do laboratório local. “Isso porque era um Sesc!”, desabafa.”

“O professor Carlos Valente não faz parte do grupo de entusiastas das possibilidades educacionais do Second Life e desconfia do que classifica como deslumbramento em relação à tecnologia. “As pessoas conhecem uma coisa, ficam fascinadas e acham que aquilo tem que ser usado porque elas gostam. Quem sabe daqui a dois ou cinco anos poderemos saber em quê o uso de mundos virtuais pode ser mais vantajoso ou melhor para a aprendizagem e em que também ele deve ser evitado, porque todo recurso implica potencialidades e riscos”.

“Embora Carlos Valente defenda a importância desse mundo virtual e tridimensional por ajudar a aprender por meio de modelos e simulações, o professor tem dúvidas quanto à sua aplicabilidade no atual momento.”

“O Second Life veio um pouco antes do que deveria vir. O nível de complexidade e maturidade intelectual e tecnológica tem que ser um pouco mais avançado. Hoje, a web 2.0 ainda é mais aplicável e abrangente”.

Assim, ele observa que a tecnologia acaba sendo uma máscara para a questão do ensino-aprendizagem que deve ser tratada pedagogicamente e não tecnologicamente. Como exemplo, ele questiona o uso de SL para fazer palestras a distância. “É a maior roubada. Poucas coisas são tão chatas quanto um bonequinho que apresenta coisas em Power Point. Essencialmente, as pessoas têm potencial para serem chatas. Transformadas em bonequinhos, esse negócio pode ser elevado a ‘n’ potências para transformar algo ‘chato’ em ‘muito mais chato’ e não necessariamente transformar algo que ‘pode ser interessante’ em ‘mais interessante’.

“Acho que o Second Life precisa ser estudado e pesquisado mais. É necessário tempo para amadurecer e para que a gente possa sentir que melhores aplicações ele tem para a aprendizagem.”

(Publicamos aqui no blog apenas parte da reportagem que se encontra na integra no artigo “Uso de mundos virtuais na educação ainda divide especialistas” por Taiana Ferraz do Instituto Claro)


Sobre Prof.Dr.CARLOS VALENTE

Doutor (UniBan) em Educação Matemática, Doutorando (ITA) e Mestre (IPT) em Engenharia de Software. Pós-Graduado em Análise de Sistemas (Mackenzie), Administração (Luzwell-SP), e Reengenharia (FGV-SP). Graduado/Licenciado em Matemática. Professor e Pesquisador da Universidade Anhembi Morumbi e ESAB - Escola Superior Aberta do Brasil. Autor de livros em Conectividade Empresarial. Prêmio em E-Learning no Ensino Superior (ABED/Blackboard). Consultor de T.I. em grandes empresas como Sebrae, Senac, Granero, Transvalor, etc. Viagens internacionais: EUA, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha, etc. CURRICULO LATTES = http://lattes.cnpq.br/5121684547787661

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