Dislexia tem cura ?!?


Considerado como um distúrbio de aprendizagem, a dislexia provoca no aprendiz reflexos sociais que prejudicam sua formação como indivíduo. Mas será que a dislexia tem cura? Para saber mais sobre este assunto fiz um post intitulado: “Dislexia: afinal o que é ?!?”. Por conviver pessoalmente com esse problema, sei que pelos tratamentos clássicos praticamente não haviam consideráveis resultados positivos. E mesmo assim, nada impede que um disléxico tenha altos pontos de QI, como o próprio Einstein, Leonardo da Vinci, Thomas Edison e mesmo a Agatha Christie.

Eis que aparece um estudo na Universidade Carnegie Mellon (Carnegie Mellon University), instituição privada de ensino e pesquisa, localizada na cidade de Pittsburgh, que apresenta resultados surpreendentes com alunos disléxicos. Ouça abaixo a reportagem da CBN, em “Saúde em Foco”, de Luis Fernando Correia, sobre essa importante pesquisa.

Justamente como já comentei em outro post, sobre “Como Aumentar o Poder da Mente”, nos exercícios desenvolvidos e estudados pelo Dr. Kawashima, apontam que a minha maior deficiência está relacionada com os LOBOS TEMPORAIS, conforme relata a reportagem é a região do cérebro mais afetada na dislexia.

Observação do BIT: Estudos sérios a respeito deste assunto, registraram que cerca de 20% da população tem dislexia, porém “existem muitos disléxicos ainda não diagnosticados”. Isso quer dizer que a cada 10 alunos em sala de aula, dois são disléxicos, com algum grau significativo de distúrbio na aprendizagem. Os graus mais leves não costumam sequer ser considerados.

dislexiaEssa área do cérebro é responsável principalmente em processar os estímulos auditivos e o gerenciamento da memória. Não é à toa que Einstein começou a falar tarde e somente foi totalmente alfabetizado aos 9 anos. Assim como Thomas Edison que em sua infância era considerado mentalmente atrasado pelos professores.

Em por falar em gênios masculinos, essa doença abrange praticamente 90% desse sexo. E naturalmente possuem um perfil psicológico todo singular. Para quem foi diagnosticado pela professora de música em ter deficiência mental, por não conseguir acompanhar o método BONA, o meu doutorado será a melhor resposta …

OBSERVAÇÃO: O Método BONA, que consegui achar na Internet, é um infernal processo de memorização musical, mas me deixou aliviado ao saber que é super-ultrapassado e que era pura decoreba … !!!


Sobre Prof.Dr.CARLOS VALENTE

Doutor (UniBan) em Educação Matemática, Doutorando (ITA) e Mestre (IPT) em Engenharia de Software. Pós-Graduado em Análise de Sistemas (Mackenzie), Administração (Luzwell-SP), e Reengenharia (FGV-SP). Graduado/Licenciado em Matemática. Professor e Pesquisador da Universidade Anhembi Morumbi e ESAB - Escola Superior Aberta do Brasil. Autor de livros em Conectividade Empresarial. Prêmio em E-Learning no Ensino Superior (ABED/Blackboard). Consultor de T.I. em grandes empresas como Sebrae, Senac, Granero, Transvalor, etc. Viagens internacionais: EUA, França, Inglaterra, Itália, Portugal, Espanha, etc. CURRICULO LATTES = http://lattes.cnpq.br/5121684547787661

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